quinta-feira, 17 de junho de 2010

O Tempo


Por vezes é um ancião paciente;
As horas fluem e se escorrem
Sem percebermos qualquer desordem:
Senhor da vida, onipotente!

Ao me encontrar assim, carente,
Tremo e os ponteiros explodem;
Aí o tal velho me dá sua ordem:
Obedeço eu, eficiente!

Rodeia inúmeras ampulhetas,
Amplia os horizontes da ciência,
Prevê avanços da tecnologia.

Intrínseco, do destino é muleta.
Deus supremo da experiência,
Ou nos destrói ou imortaliza!

2 comentários:

Genny LiMo disse...

E no entando ele é criação humana!
Posto ser inexistente aos "olhos" divinos.
Vã é a sabedoria terrena. Pensar nesta verdade me desespera e no entanto sinto cá em meu peito a doçura de ter tanto há perceber e tão pouco "tempo" numa vida para absorver todas essas luminescencias e experiências beneficas ao meu espírito demente.
Hehehe... ;D

Mensagem Efêmera disse...

hehe ^^
Tens toda razão. Algo que nós mesmos criamos nos tornou escravos.