quinta-feira, 17 de junho de 2010

Escrava

Tive medo de ser rejeitada.
Assim, calei-me e segui viagem.
Desperdicei a antiga paisagem
Da tua beleza aprimorada.

Estupidamente enamorada
Fiz aquilo que nem escravos fazem:
Da tua atenção fiquei à margem.
Teu sorriso era minha morada.

A distância fez voltar a razão,
Mas retornas para perto de mim.
Tanto tempo, e ainda te quero?!

A lucidez retornou, mas em vão:
O remoto amor não chegou ao fim:
Sempre te quis e agora te espero!

6 comentários:

Rá. Stèphanie disse...

Que coisa mais linda. E, nossa! É tudo o que estou sentindo agora ;~~

Mensagem Efêmera disse...

Brigada, amiga! Ah, e saudades de ti! ;**

Rá. Stèphanie disse...

Saudades enormes ;~~

Genny LiMo disse...

É, um belo soneto! ;*~
Sentir as amarras da paixão é de cortar o coração. ;X

Fique com Deus.

Mensagem Efêmera disse...

AH, que bom que gostaste Genny. Essa coita d'amor presente no soneto é tão trovadoresca haha' xD

Maysa Brandão disse...

ahhh que lindo!!!