sábado, 30 de março de 2013

Opinião


Não admiro a poesia óbvia.
Que me perdoe quem escolhe essa vertente,
Mas o que não me surpreende,
Por conseguinte, não me toca.

Não admiro a poesia que em nada inova.
Que me perdoe quem não me desperta o inconsciente.
Mas o que não me renova,
Por conseguinte, não me prende.

6 comentários:

Mirella de Oliveira disse...

Muito bom!
Também não gosto muito do ÓBVIO.
Adoro o que surpreende!

;)

(prometo tentar vir te visitar mais. Adoro teus escritos!)

B. disse...

É difícil sair do 'comodismo poético'. Construir versos normais e esperados, a maioria consegue(faço parte dessa maioria, rs). Mas poucos, conseguem apresentar a essência da arte como você apresenta.

Lindisay disse...

Lindérrimo, Lara! Também adoro ser surpreendida por uma boa poesia. Mas, quando vou ler as suas, uma certeza já tenho: será encantadora!

Amanda Souza disse...

Não gosto de poesia óbvia e por isso, adoro as suas! Na verdade, gente óbvia é entendiante, não traz nada de novo, não acrescenta. E se só se vive uma vez, vamos deixar o pedacinho de nós no mundo!
Beijinhos

Hipérboles
@hiperbolismos

Lívia Almeida disse...

Também não gosto, mas creio que minha escrita é óbvia também. Rs.

;D

Patrícia Pinna disse...

Boa noite, Lara. Ainda que com figuras de linguagem nas poesias, a maioria pende para o óbvio e o mesmo pode ser lindo e emocionar.
O óbvio pode ser dito de várias maneiras, depende da criação do poeta.
Às vezes uma poesia se perde tanto, mas tanto, que nem o próprio poeta soube bem o que quis dizer e passar com ela!
Beijos na alma e boa noite!