quarta-feira, 14 de abril de 2010

Sacrifício

Pobre capela vazia e abandonada,
Sacrifício ecoando na neve.

Fé descrita na mente insana
Da inocência indolente.

Indulgência angelical
Das virgens da natureza...
Triste fim dos mortais,
Ira nas pirâmides da avareza.

O ébrio e o sóbrio na lucidez,
Feridas e cicatrizes sangrando,
Açoites do presbítero
Abençoando a dama de vestido.

O aviso da união maldita
De laços que jamais se romperão.
O sofrimento de quem ama
A infeliz que se casa nessa manhã.

4 comentários:

Genny LiMo disse...

Meus pêsames a esta Dama do Vestido.


;x

Mensagem Efêmera disse...

Digo o mesmo, unindo-se ao pseudoromance...

Genny LiMo disse...

Sim, sim, mesmo sendo um pseudoromance há de convir que pode estar ocorrendo tal com alguma pobre dama nas paranjes deste vil mundo.

(Encarnei o dialeto português de Portugal,
Queria ver como ficava com sotaque de portuga).

Mensagem Efêmera disse...

Rsrs, eu gosto do Português do Brasil. Deixa como tá Genny kkkkkkkkk' ;D