terça-feira, 10 de agosto de 2010

Quietude


Na quietude da noite ela partia;
Dama alva, coração em chama.
Alma só, algum amor reclama,
Vagando na madrugada fria...

Penso nela revirando a cama,
Esperando o surgimento do dia,
E naqueles olhos negros eu lia
A tórrida paixão de quem ama.

Mal sabes o quanto eu te quero,
Abandones essa tua solidão!
Venha pra mim, que sempre te espero,

Entregue-me teu corpo, dê-me a mão,
Senão sofro e me dilacero
Duvidando se és real ou não...

3 comentários:

Genny LiMo disse...

Ah, "Entregue-me teu corpo, dê-me a mão,
Senão sofro e me dilacero
Duvidando se és real ou não..."

Eu "Chorei largato"!! hahaha... Esse seu soneto está barbarizante minha flor!


s2

Mensagem Efêmera disse...

obaa, #ChoraGenny :D
"Barbarizante", fazia um tempão que não via esse adjetivo, flor *-*

Rá. Stèphanie disse...

#ChoraDeEmoçãoRaíssa xD