
Quando me apontam como funesta
Vejo minha insignificância;
Também percebo a ignorância
De quem não me considera honesta.
Se da morbidez sou assim -mestra-,
Eu não noto tanta relevância
De ter nas trevas última estância
Para refúgio, teto e festa!
Eu olho para a escuridão,
Não existe local mais lúgubre;
O égide do meu vil coração,
Já deixou de ser a longa oração...
É tão somente a marcha fúnebre,
A embalar meu berço: o caixão!
Um comentário:
OMG! =( Que sincronia é essa?
Eu cá estou há pensar sobre o luto e tu aponta como teu berço ao caixão.
;*
Iluminada seja, minha querida menina.
Postar um comentário