sábado, 11 de agosto de 2012

Prioridades


Ele queria ter amado mais;
Ele poderia ter amado, mas...
Ainda preferia deixar sempre para trás,
Cumpria metas que o amor não satisfaz!
- Sentiria, depois, que não é tudo que o tempo traz -
E que a vida passaria sem nenhum mérito:
Ah! Morreria, enfim, no futuro do pretérito.

6 comentários:

Aline Monteiro disse...

O tempo tem que ser HOJE!

B. disse...

Sinto que este assunto é uma 'contradição' pro meu interior. Não sei se é melhor arriscar e doer, ou não correr riscos e evitar a dor. Será que é melhor decidir/fazer/escolher? Ou seria melhor, deixar a vida nos levar para onde ela quiser, para onde tem que ser? É complexo, pelo menos, ao meu ver. Estes pensamentos me assombram e eu prefiro realmente deixar tudo como está e ser 'protegida'. Mas é claro que como o seu texto diz, não podemos nos proteger para sempre e talvez um dia cheguemos à conclusão de que poderíamos ter vivido inúmeros momentos se não fôssemos tão negligentes. E acabar percebendo que o futuro do pretérito, já se finalizou.
Achei o poema bastante envolvente, do jeito que eu gosto.

Jaci Rocha disse...

e talvez nem se daria conta de que viveu! =)

Mirella de Oliveira disse...

Nossa, como eu tenho medo de ser esse "ele"!
Como eu tenho medo de ver a vida passar e depois, lá na linha de chegada (ou de partida, rs) perceber que eu poderia ter feito mais, amado mais, me preocupado menos e me irritado menos...

Mas não!
Não vou deixar isso acontecer! :D
Eu não morreria no futuro do pretérito, porque vivi no pretérito perfeito! :D
Beeeijo, talentosa! :D

Jô Ann disse...

Sempre me encantando com belas palavras. *-*

Evelyn Dias disse...

- ria.
Ainda bem. Ou não ....
Que não morra.
Bjo!